DEDÊ DO VENÂNCIO SOFRE TENTATIVA DE HOMICIDIO, O FILHO DE 13 ANOS FOI BALEADO


Uma tentativa de homicídio foi registrada no fim da tarde desta segunda-feira (3), no povoado Flor do Dia, zona rural de Coroatá.

De acordo com as informações apuradas, homens armados abriram fogo contra uma caminhonete D-20 conduzida por Deivison Pereira, conhecido como "Dedê do Vanâncio". No veículo também estava o filho dele, de apenas 13 anos, que foi atingido por um disparo nas costas.

Em entrevista ao jornalista Pacheco Filho, Dedê afirmou acreditar que era o alvo dos criminosos. Segundo ele, os tiros atingiram o para-brisa do veículo e os estilhaços provocaram um ferimento leve em seu braço.

"Eu ainda peguei só disparo dos vidros. Pegou aqui", disse, mostrando o braço. Sobre o estado de saúde do filho, informou que o adolescente seria transferido para realizar uma cirurgia. "Pegou uma bala nas costas e ficou alojada no ombro. Como ele estava deitado, acho que a bala bateu no carro, pegou de raspão nas costas e ficou alojada", relatou.

Dedê também contou como ocorreu o ataque. Segundo ele, por volta das 15h30, saiu de casa com os filhos para buscar mandioca para a produção de farinha. Ao reduzir a velocidade da caminhonete para passar por uma porteira, percebeu uma motocicleta parada às margens da estrada.

"Quando reduzi, eles saíram de perto da moto atirando na direção da D-20. Eu mandei meu menino deitar. Eram dois homens e eu conheço os dois. Não estavam encapuzados. Inclusive, um deles já trabalhou para mim", afirmou.

Acusação sobre suposto mandante

Durante a entrevista, Dedê também acusou o próprio irmão, conhecido como Pereira, de ser o mandante da tentativa de homicídio. Segundo ele, apesar de o irmão estar preso, acredita que ele possa ter articulado o crime.

"Eu não tenho briga com ninguém, não tenho inimigos. Então, meus inimigos são esses: o Pereira e esses dois homens", declarou.

Até o momento, não há confirmação das autoridades sobre a participação do irmão de Dedê ou de qualquer outra pessoa como mandante do atentado. A acusação é baseada exclusivamente no relato da vítima e será apurada durante as investigações.

A Polícia Militar e a Polícia Civil foram acionadas logo após o crime. Apesar das buscas realizadas na região, os suspeitos ainda não foram localizados. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de Coroatá, que deverá esclarecer a motivação do atentado e identificar todos os envolvidos.

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